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O Palmeiras de todos os tempos

Uma das maiores tradições da Sociedade Esportiva Palmeiras é, sem sombra de dúvida alguma, o Basquete. Tradição, história brilhante e títulos marcam a modalidade do clube. Pela história do basquete Palestrino, já passaram dezenas de craques, para não dizer centenas. Preparamos o quinteto ideal do Palmeiras de todos os tempos. Confira:

Armador: Mosquito

Mosquito em destaque

Carlos Domingos Massoni, o Mosquito, foi armador histórico do Verdão no final de década de 50 e praticamente toda década 60. Extremamente veloz e ágil, o atleta chegou ao Palestra em 1958, ao lado de outros craques que fizeram história pelo alviverde (Peninha, Paulo Marcondes, Jatyr e Laerte Gomes). Pelo Palestra, o armador conquistou o tricampeonato Paulista (1958, 1961 e 1963); sendo que na primeira data foi de maneira invicta e contra o forte XV de Piracicaba de Wlamir Marques, Pecente e Waldemar.

Ala-armador: Carioquinha

Carioquinha, à esquerda (Foto: Gazeta Press)

Milton Setrini Júnior, o Carioquinha, foi atleta do alviverde no final da década de 60 e particamente toda de 70. Fez história no clube e foi um dos jogadores mais jovens a estrear no adulto do Palestra, com apenas 16 anos. Extremamente eficiente e rápido nas infiltrações e com bom arremesso, o ala conquitsou pelo alviverde os Campeonatos Paulistas de 1972 e 1974. Além disso, foi protagonista na maior conquista do basquete da Sociedade Esportiva Palmeiras, o Brasileiro (Taça de Clubes) de 1977, ao lado de nada menos do que Oscar Schmidt e Ubirantan Maciel. Em nivél de seleção, partcipou da última medalha em Mundial da Seleção Braileira. Conquistou o bronze da campeoanto em 1978, na Filipinas.

Ala: Rosa Branca

Foto: Acervo Histórico/Palmeiras

Carmo de Sousa, conhecido no basquete brasileiro como Rosa Branca devido à semelhança com um motorista de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, exerceu todas as posições no basquete (armador, ala e pivô) e , indicultivelmente, é ídolo do alviverde imponente. Em 1958, assinou com o Verdão e iniciou sua trajetória vitoriosa nas instalações do Palmeiras, clube conquistou seus primeiros títulos expressivos, como o Paulista de 1961 e 1963.

Ala-pivô Oscar Schmidt

Foto: Acervo Histórico/Palmeiras

Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o ”Mão Santa”, foi um dos maiores atletas do basquete barsileiro. Dono de um exímio arremesso, Oscar, em 1974, aos 16 anos de idade, mudou-se para São Paulo, para iniciar sua carreira no infanto-juvenil do Palmeiras. No Palestra, rapidamente se destacou, sendo convocado para a seleção juvenil de basquete, em 1977, ano que ainda conquistou o Brasiliero sob comando de Cláudio Mortari. Ainda em 1977 , foi eleito melhor pivô do sul-americano juvenil e, com isso, garantiu vaga na seleção principal, com a qual foi campeão sul-americano e ganhou uma medalha bronze no campeonato mundial das Filipinas, em 1978. 

Pivô: Ubiratan Maciel

Foto: Gazeta Press

Melhor pivô da história do basquete brasileiro, Ubiratan Pereira Maciel, conhecido por Bira ou Cavalo de Aço, defendeu o alviverde de 1974 a 1978. No período em que jogou pelo Palestra, faturou o Paulista de 1974 e o Brasileiro de 1977.

Técnico Cláudio Mortari

Equipe juvenil do Palmeiras de 1975 comandada por Mortari

Cláudio Mortari começou sua carreira como jogador basquetebol na base Palmeiras na década de 60, com apenas 11 anos. Jogou no alviverde até os seus 25 anos, mas foi como técnico que fez história no clube. Após encerar o ciclo como atleta com apenas 25 anos, em 1973, virou treinador do Palestra.
Em 1975, dirigiu Oscar na equipe juvenil e dois anos depois, levou o alviverde para a maior conquista de sua história na modalidade: o título Braisleiro de 1977.

Muitos outros fizeram história no Verdão e, com toda certeza, merecem menção honrosa. São eles: os armadores Maxi Stanic, Edvar Simões, Álvaro Pacheco, Yago Mateus, Paulinho Villas Boas; os alas Leadrinho Barbosa Cadum e os pivôs Edson Bispo, Laerte Gomes, Pipoka e Tiagão, entre outros nomes.

Leandrinho exalta a importância de Padola em sua carreira ”Esse cara me ensinou a ser homem”

Na noite desta sexta-feira (15), nosso coach do Sub-19, João Monteiro da Silva Filho, o Padola, realizou uma live com Leandrinho Barbosa, craque do basquete brasileiro e revelado pela Sociedade Esportiva Palmeiras nas mãos de Padola.

Dentre os assuntos abordados, Leandrinho falou sobre a importância do Padola em sua carreira ”Esse cara (Padola) me ensinou a ser homem. As brigas que tive, os esporros só me fortaleceu. Quando me perguntam quem foi o melhor técnico que me treinou, eu sempre falo que o Padola vem em primeiro lugar. Ele me ensinou muitas coisas dentro da quadras e, principalmente, fora delas, coisas da vida. Elé é mais que um técnico, tenho muito respeito por ele, um carinho muito grande. Nós nos falamos até hoje, nossa ligação é infinita”, argumentou Leandro.

O atleta ainda falou sobre as qualidades do Padola” Eu não tenho dúvidas, a formação do Padola é a melhor que eu tive, o seu conhecimento é diferenciado, o jeito que ele ensina é para o atleta ser durão, firme, que vai aguentar a pancada. Ele tem um perfil de técnico que merece ser mais reconhecido, porque é um treinador de parâmetro, que conhece muito basquete, muito da tática e algumas pessoas não veem isso”, disse o atleta.

Equipe juvenil do Palmeiras (Foto: Divulgação)

Leandro começou a jogar no Palestra na categoria mini com a técnica Rosana. Ainda no Palmeiras, o atleta foi treinado pelo Padola, na categoria ”Cadete” (Sub-17), no ano de 1996). Após isso, Leandrinnho foi comandado por Léo Costa, na categoria Juvenil (Sub-19), no ano de 1997. Foi aí que, em 1998, Leandro começou a jogar pela equipe adulta do Palestra nas maõs do técnico Lula Ferreira.

Palmeiras fecha patrocínios com Vedacit e Lampur Engenharia para a base

O basquete da Sociedade Esportiva Palmeiras acertou com dois patrocinadores para a modalidade do clube. Tratam-se das empresas Vedacit e Lampur Engenharia. O dinheiro delas será usado para a disputa de campeonatos nacionais.

Vedacit:

Vedacit é uma empresa brasileira do Grupo Otto Baumgart, que comercializa produtos de imperilizantes em geral. Fundada em 1936, a empresa, além de atuar no Brasil está presente no Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chule.

Site:http://www.vedacit.com.br/

Lampur Engenharia:

A Lampur Engenharia é uma construtora de alto padrão especializada em obras residenciais, prediais, comerciais e corporativas. Seu objetivo é buscar soluções modernas e personalizadas para a sua obra, em prazos, custos e métodos. Atuando nesse mercado desde 1987, a Lampur é uma empresa que se destaca por desenvolver empreendimentos bem sucedidos e exclusivos com: qualidade, rapidez e credibilidade.

Site: https://lampur.com.br/

Sob comando de Toca e com elenco renovado, Sub-16 do Verdão almeja o título do Estadual

A equipe Sub-16 do Palestra está de cara nova para este ano. Treinada pelo estudioso e promissor técnico Rafael “Toca” Santos, o alviverde reforçou muito bem o elenco para este ano em comparação com o Sub-15 de 2019, que foi vice-campeão Metropolitano e bronze Estadual. As duas carências do alviverde: a ausência de um pivô dominante e de reservas à altura dos titulares foram praticamente sanadas.

Chegaram para este ano o versátil e atlético armador Isaac, ex Pinheiros e Intututo Superação, o ala-armador Matheus Rocha (Cestinha – RS), os alas Leonardo Moura (Benfica) e Francisco (Maringá), o ala-pivô Leandro (Mackenzie) e os dominantes pivôs André Moschen e Augusto (Maringá). Permaneceram os armadores Gabriel Caldeira e Diogo Castro, os alas-aramdores Henrique e João, o ala Angelo e o pivô Gabriel Pinheiro. Além deles, o ala Marcelo e ala-pivô Vinicius, ambos do Sub-15, devem compor o elenco do Sub-16.

Gabriel Caldeira será uma das armas do Sub-16 (Foto: Michael Oliveira/Federados)

Das contratações, vale enfatizar a vinda do pivô André. Com 2.01 metros de altura, o novo pivô do Palestra será o xerife do garrafão da equipe de Toca. Com ótimo físico, irá resolver o problema dos rebotes do alviverde. Além disso, tende a formar uma perigosa dupla a ser explorada com o armador Gabriel Caldeira, de ótima visão de jogo. Além de André, o ala Leonardo Moura, que chegou por meio de peneira, é outro que merece destaque. Com boa estatura, o atleta possui ótimos fundamentos e, sobretudo, técnica, Será um reserva de luxo para o craque Angelo Consorrte, cestinha do Palmeiras em 2019, com médias de 17.76 pontos por jogo.

André atuava na equipe do capixaba do Cetaf (Foto: Dayana Souza/Divulgação)

Com a chegada desses sete reforços, somando com a permanência da espinha dorsal, sobretudo do “Big Three” Caldeira, Angelo e Diogo Castro, que combinou para 48.44 pontos em 2019, o Palmeiras se apresenta como favorito ao título. A equipe de Toca, além de estar com um elenco extremamente forte e coletivo, terá ótimas opções e variações ofensivas para serem usadas durante o ano. Vale ressaltar ainda que, dos treze jogadores do elenco, sete possuem 1.95 m de altura ou mais. Se seremos campeões, só o tempo nos dirá, mas o trabalho foi feito pensando nisso.

Com retorno de Willians e reforços, Sub-15 do Verdão é candidato ao título

Após assumir a função de coordenador do basquete da Sociedade Esportiva Palmeiras em 2019, Willians Manzini regressa às quadras e será o comandante do nosso Sub-15 neste ano. Enquanto técnico do Palestra, Will conquistou mais dez títulos, convocações para Seleções Paulista e ainda lapidou alguns craques da nossa base, como Yago, Jaú, Nicolas Ronsini, Tiago Faria, Matheus Leoni, Guilherme Tesch, entre outros.

Willians retorna ao Verdão após ficar um ano fora das quadras (Foto: Michael Oliveira/Federados)

Para esta temporada, Willians manteve a ótima base formada em 2019 pelo técnico Marcelo ”Rato” Ribeiro e adicionou boas peças. Com passagem pela Seleção Brasileira Sub-14, ex Mackenzie e com médias de 22.15 pontos, Marcelo chega ser protagonista do alviverde. Nathan, ex São Bernardo e com médias de 12.13 pontos, também é outro importante reforço do Palestra. Os dois chegam para resolver o problema do Palmeiras nas laterais e, sobretudo, para aumentar o potencial ofensivo da equipe de Willians.

Marcelo será um dos destaques do Sub-15 (Michael Oliveira/Federados)

Com o retorno de Willians, o Palmeiras não ganha apenas um técnico vencedor. Sua volta significa sinônimo de muito aprendizado e desenvolvimento de nossos atletas. Will é especialista em lapidar talentos e aproveitar ao máximo o potencial de seus jogadores. Além disso, sua postura dentro da quadra é exemplar, intensa e contagia qualquer um. Um exímio mestre que merece respeito e admiração.

Com o regresso do maior técnico de nossa base, a vinda de Marcelo e Nathan, somado com a permanência do trio pontuador Michael Leoni, Diogo Degan e Enzo Strupeni, o Palmeiras, além de ter um elenco muito mais homogêneo e qualificado, é favorito ao título. Se será campeão, só o tempo nos dirá, mas o trabalho está sendo muito bem feito para isso.

Em 2019, o Palmeiras foi vice-campeão do Metropolitano e Estadual (Foto: Michael Oliveira/Federados)

Do terceiro lugar da Série Bronze ao vice da Ouro: a evolução do Sub-14 nas mãos de Rato

Nosso Sub-14 começou o ano longe de ser favorito ao título, sem nenhuma grande estrela e sem atletas convocados para a Seleção Brasileira da categoria, que disputou o Sul-Americano e, apesar disso tudo, alcançou um gigante feito. Conquistaram, de maneira heroica, o vice-campeonato da Grande São Paulo nessa sexta (22), contra o Esperia, por 65 a 58. Por ter disputado a final, o Palestra garantiu vaga parao Estadual, torneio que reúne os dois melhores times da Grande São Paulo e os dois melhores do interior).

Sub-14 do alviverde (Foto: Angelo Salvioni/Palmeiras)

Em 2018, esse mesmo time conquistou o terceiro lugar da Série Bronze e neste ano brigou diretamente pelo título da categoria, com chances reais de levar o caneco para o Palestra e há motivos por toda essa evolução.

À beira da quadra:

Marcelo Ribeiero, o Rato, é um dos grandes responsáveis pela grande evolução do Sub-14. Em seu primeiro ano comandando o alviverde, mostrou grandes qualidades e feitos. Em suas mãos, conseguiu retirar ao máximo a qualidade doa seus atletas. Além disso, montou seu time sem depender de nenhum atleta, com o coletivo forte, o que resulta em grande dificuldades para os adversários. Também sabe lidar com todos, tem o respeito e confiança nas mãos por parte de seus atletas.

Big Three:

Embora o Palmeiras não dependa de nenhum jogador, o trio formado por Enzinho, Michael Leoni e Diogo Degan, além de formar o melhor perímetro da categoria, tem grande responsabilidade pela ótima campanha do Verdão. Os três somam 35.3 pontos de média por jogo e quando estão em quadra ao mesmo tempo, tornam o ataque de Rato mais agressivo. Vale ressaltar ainda que Michael e Degan foram eleitos, respectivamente, o melhor armador e ala do Campeonato.

Parazinho e Degan com as respectivas premiações pessoais

Sub-19 do Verdão é guerreiro, emapata a série de quartas de finais contra São José e agora decide em casa

A equipe Sub-19 de basquete da Sociedade Esportiva Palmeiras empatou a série de quartas de finais contra São José dos Campos, nessa terça (5), ao vencer o time do Vale Paraíba, por 77 a 67. Agora, o Palestra decide a vaga rumo à semifinal na próxima terça (12), no Ginásio do Palestra Itália, às 17 horas, com entrada franca.

Vinicius Chagas (21 pontos e 18 rebotes), Camargo (20 pontos) e Robson (15 pontos) foram os grandes destaques do alviverde.

Vincius Chagas mais uma vez anotou double-double (Foto: Caio Carlucci)